“288 Formação de Quadrilha”: über die nicht begangenen Verbrechen und deren Verurteilungen in #Rio

Crimes Fantasmas! A quem os ativistas lesaram?

Texto: Thiago H.M. Guimarães Corrêa

midia_ninja_protestos 2Sobre a prisão dos 23 presos políticos no Rio de Janeiro, neste sombrio Julho de perdas intelectuais e democráticas, vale uma investigação sobre os instrumentos teóricos da repressão, utilizadas pelo Ministério Público na acusação destes cidadãos. Por que foram eles presos, se só violaram entes imateriais como fantasmas, imaginários como o medo e o alarde?
Não há crime sem lesão. O Estado pune quando a ele se provam as lesões, mas não se pode convencê-lo a punir por mero jogo de palavras, diálogos ou declaração de intenções. Se intenção bastasse, magia negra seria crime. Lesões são alterações no mundo físico: um corte, uma queimadura. Deixam vestígios, sempre, por mais que algumas vezes não possamos encontrá-los.
Mas há um crime que foge a essa regra, é utilizado para perseguição política e – más notícias – ele se consolidou como bálsamo salvador da nossa sociedade, porque prende traficantes, considerados inimigos número um da sociedade, e promove a perseguição (também política) dos jovens negros e pobres.
O nome desse crime é… “288 Formação de Quadrilha”, como cantou Marcelo D2…

Mídia Ninja

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