Wahrheitskommission in Brasilien veröffentlicht Abschlussbericht

Von Niklas Franzen, São Paulo, amerika21

cnv_wahrheitskommissionBrasília. Am Mittwoch, dem Tag der Menschenrechte, hat die Nationale Wahrheitskommission den Abschlussbericht ihrer zweijährigen Arbeit in der brasilianischen Hauptstadt Brasília an Präsidentin Dilma Rousseff überreicht. „Brasilien und unsere zukünftige Generation hatten die Wahrheit verdient“, sagte Rousseff, die während ihrer Rede mehrmals in Tränen ausbrach. Die Präsidentin wurde im Jahre 1970 als Oppositionelle gefangen genommen und mehrere Tage gefoltert.

Die staatliche Wahrheitskommission wurde im Jahre 2012 gegründet, um die Verbrechen der Militärdiktatur aufzuarbeiten. In dem 2000-Seiten langen Bericht sind die Namen von 377 Personen genannt, die für schwere Menschenrechtsverletzungen zwischen 1946 und 1988 verantwortlich sind. Neben den fünf Generälen, die Brasilien zur Zeit der Diktatur regierten, sind darunter auch die Namen von Militärs und Polizisten zu finden, die für den Tod, die Folter und willkürliche Verhaftungen von tausenden Brasilianern verantwortlich sind. Diese Praktiken wurden von den Vorsitzenden der Kommission als „Verbrechen gegen die Menschlichkeit“ bezeichnet.

„Während der Militärdiktatur hat sich die Repression und das Verschwindenlassen von Oppositionellen zur Politik des Staates entwickelt. Ausgeführt wurde diese durch die Befehle der Regierung“, heißt es in dem Bericht. Zudem werden dort Schlussfolgerungen und Empfehlungen, wie die Demilitarisierung der Polizei, aufgezählt. Viele erwarten nun neue juristische Möglichkeiten, um die Täter auch fast 30 Jahre nach dem Ende der Diktatur zur Rechenschaft zu ziehen.

bei: amerika 21

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Wahrheitskommission #Brasilien: Franz Paul Stangl, Lagerkommandant in Treblinka, installierte Überwachungssystem bei #VW do Brasil

CNV: Sistema da Volkswagen para vigiar funcionários na ditadura foi criado por criminoso nazista

Opera Mundi: Felipe Amorim e Rodolfo Machado | São Paulo

Em constante contato com o Dops paulista, aparelho de segurança interna da multinacional foi montado por Franz Paul Stangl, chefe do campo de extermínio de Treblinka durante o nazismo, diz relatório final da comissão.

stanglFranz Paul Stangl, conhecido criminoso nazista que havia fugido para o Brasil após o fim da Segunda Guerra, foi o responsável pela montagem do sistema de segurança interna da Volkswagen, usado pela multinacional para vigiar e monitorar os funcionários da fábrica de São Bernardo do Campo durante o período da ditadura militar. A revelação está no relatório final da CNV (Comissão Nacional da Verdade), entregue nesta quarta-feira (10/12) à presidente Dilma Rousseff após mais de dois anos de investigação.

No capítulo dedicado à repressão aos operários, intitulado ‘Violações de direitos humanos dos trabalhadores’, a CNV escreve que Stangl, preso no Brasil em 1967 e extraditado para a Alemanha, foi o “funcionário da Volkswagen do Brasil responsável pela montagem do setor de vigilância e monitoramento” da unidade do ABC paulista. O aparato acompanhava de perto o dia a dia da fábrica e, especialmente atento às atividades sindicalistas consideradas “subversivas”, estava em constante contato com órgãos da repressão do governo brasileiro na ditadura […]

No documento, o então sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva alertava os próprios metalúrgicos sobre o monitoramento ao qual estavam sujeitos na montadora alemã. “Dentro da Volks, a segurança fica de olho em vocês através de um circuito de televisão. Tomem cuidado, porque os tenentes do Exército que trabalham aí têm um circuito fechado de televisão onde conseguem ver vocês dentro da sessão”, dizia o futuro presidente da República no comício sindical…

ganzer Artikel bei: Opera Mundi

wikipedia-Artikel

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#Natal ameaçado? Se Papai Noel depender do transporte público, ele pode se atrasar

O divertido flagrante foi feito no #metrô de São Paulo, bem na hora do #rush. Será que alguém cedeu espaço para o Bom Velhinho?

papa_noelFoto: Nacho Doce / Reuters. #JornalOGlobo

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PM prepara megaoperações em áreas de UPP onde o tráfico resiste

Vania Cunha

B4LfnhWIAAAw_BwRio – Tiroteios quase diários, inocentes feridos, policiais mortos e muito medo. O fantasma da violência voltou a assombrar moradores — com maior frequência este ano — em boa parte dos 38 territórios onde há presença permanente da polícia. Seis anos após o início da ocupação da PM em comunidades carentes, a Secretaria de Segurança estuda medidas para reestruturar as Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs). A principal delas: fazer novamente grandes operações de varredura nos territórios para prender traficantes que afrontam a polícia.

Para a PM, as ações fazem parte de nova etapa do projeto: a consolidação das unidades após a implantação. Com o diagnóstico finalizado semana passada sobre os principais problemas das comunidades, feito a partir de longo estudo de cada uma delas, a solução para acabar com a resistência dos criminosos pode partir das operações de setores de Inteligência com apoio das forças de elite da polícia…

O Dia

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Video: David Harvey: The Political Economy of Urbanization | Recife

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Assinar Abaixo-Assinado : Em defesa do Museu da Maré #SOSMUSEUDAMARE

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O Museu da Maré, inaugurado em maio de 2006, é uma experiência museológica inovadora e criativa, que empodera as memórias da favela. Em poucos anos, tornou-se referência nacional e internacional no trabalho com o poder da memória e do patrimônio, integrando uma rede de iniciativas que busca a reescrita da história; que escova a museologia a contrapelo, que investe em novas formas de produção e difusão de bens culturais e que, sobretudo, trabalha a favor dos direitos culturais dos moradores de favela.
O Museu é um espaço de referência para a comunidade, desenvolvendo ações variadas no campo da cultura, da cidadania e da educação.
Atualmente esta prática social diferenciada está ameaçada. A Companhia Libra de Navegação emitiu uma notificação formal e estabeleceu um prazo de 90 dias (a contar a partir de 05 de setembro de 2014) para a desocupação dos dois galpões situados na Avenida Guilherme Maxwell, 26 – na favela da Maré (Bonsucesso) e que há dez anos estavam cedidos em comodato para o Museu que, em 2006, recebeu do Ministério da Cultura, a sua maior distinção, ou seja, a Medalha da Ordem do Mérito Cultural.
O Museu que conta com Arquivo, Biblioteca, Reserva Técnica, área de exposição de longa e de curta duração, laboratório de informática, área de administração e outros espaços, ao longo dos seus 08 (oito) anos de existência tem se constituído em fonte de inspiração para diversas outras iniciativas e em exemplo concreto de como é possível acionar a memória e o patrimônio para o desenvolvimento de ações que promovam transformações sociais, empoderamento social, dignidade social e coesão social.
Entre suas atividades destacam-se o projeto de artesanato Marias da Maré, a contação de histórias, as visitas escolares mediadas, as práticas de estímulo à leitura, as exposições, as oficinas culturais, incluindo música, dança e teatro; desenvolve, ainda, diversos projetos em parceria com universidades e instituições de fomento, como, por exemplo, UNIRIO, UERJ, UFRJ, FIOCRUZ, PUC, IPHAN, IBRAM, FAPERJ, onde se inclui o Programa “Jovens Talentos”, responsável pela formação de jovens mediadores para exposições.
A notificação de despejo significa, a rigor, uma grande ameaça de extinção do Museu, por isso, nós amigos e admiradores do Museu da Maré e de processos culturais de caráter popular e inovador, não vamos ficar calados, vamos nos mobilizar e defender o Museu da Maré. Assim, assinamos esta petição para que o Ministério da Cultura, bem como o governo do Estado do Rio de Janeiro e o governo do Município do Rio de Janeiro, criem condições efetivas para a manutenção e o fortalecimento do Museu da Maré, incluindo a imediata desapropriação dos dois referidos galpões e sua transferência para o Museu da Maré. Esse é passo mais urgente: a manutenção dos prédios para a continuidade do funcionamento do Museu. Não podemos deixar esta importante instituição ser ameaçada! Precisamos do apoio de todos para a garantia de permanência do Museu da Maré.
Preservar o Museu da Maré não é apenas garantir um espaço, mas a vivacidade de um projeto de memória, arte, cultura, patrimônio e educação que inspira e sinaliza para novas possibilidades de compreensão dos museus e sua função social.

Assinar Abaixo-Assinado

Conheça mais sobre o Museu:

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Povos tradicionais resistem à grilagem e violação de direitos no Norte de Minas

von NINJA

Comunidades geraizeiras se organizam frente ao avanço da trinca que ameaça uma cultura secular. Reflorestadoras de eucaliptos, mineradoras e a barragem de Irapé invandem territórios e burlam legislação há décadas.

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A exploração dos recursos naturais até a exaustão foi o modelo econômico hegemônico no Brasil ao longo de praticamente toda a sua História. No caso do Norte de Minas, esta tônica perdura. Desde os anos 1970, a situação se agravou com a constante violação de direitos humanos e irregularidades ambientais praticadas a partir da política de expansão da monocultura do eucalipto nas proximidades de Grão Mogol, grande pólo político da região no séculos XVII, XVIII e XIX, auge do extrativismo mineral no país.

Projeto da ditadura militar, a implantação da Floresta Rio Doce, de propriedade da então estatal Companhia Vale do Rio Doce, iniciou o avanço do eucalipto pelas chapadas – até aquela época – cobertas predominantemente pelo Cerrado e por resquícios de caatinga. Com incentivo do Estado, por meio de linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Ecônomico e Social (BNDES) específicas para o reflorestamento, o processo desencadeou um conflito agrário provocado pela grilagem de terras devolutas, ocupadas há mais de 200 anos por povos tradicionais…

Mídia Ninja

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